Pétalas repousam sob o azul escuro
Decorado pelas marcas do passado,
Que cerca a luz inalterada, noutro ciclo.
Água tremula ao vento,
Na bonança da escuridão.
Folhas sobem lentamente,
Enquanto o brilho se interrompe
Por uma onda flutuante mais astuta.
Terra antecipa-se de vida,
Na alegria do momento.
Luzes e impulsos ocorrem
Ornamentados pelo sossego do preto,
Que abriga a cor travessa.
Fogo vacila pela demora,
No animado flanco a Este.
E eu assisto maravilhado,
O quanto me acalmas e ouves
Sem nunca te distanciares.
Jamais, antes do desleixo me acalmar
Tu te deixas desviar.
terça-feira, março 27, 2007
sábado, março 24, 2007
A tua imagem
Preciso escrever-te.
Libertar a sedução só tua,
Dar música às palavras, diferentes
Daquelas que me dançam ao ouvido,
Sussurradas pelo teu charme,
Silenciadas pela Paixão,
Imortalizadas pelo Amor.
Depois és fria... quente...
Com o teu olhar claro.
Amena com o tom dourado,
Que dança em teu rosto.
Espreito-o durante o calor,
Na vitória de te vislumbrar
Cálida de forma ilustre.
Cada ângulo, uma nota;
No teu rosto vagueia a música,
Perfeitamente improvisada.
Acomodas-me no teu charme.
Libertar a sedução só tua,
Dar música às palavras, diferentes
Daquelas que me dançam ao ouvido,
Sussurradas pelo teu charme,
Silenciadas pela Paixão,
Imortalizadas pelo Amor.
Depois és fria... quente...
Com o teu olhar claro.
Amena com o tom dourado,
Que dança em teu rosto.
Espreito-o durante o calor,
Na vitória de te vislumbrar
Cálida de forma ilustre.
Cada ângulo, uma nota;
No teu rosto vagueia a música,
Perfeitamente improvisada.
Acomodas-me no teu charme.
Subscrever:
Mensagens (Atom)