sexta-feira, novembro 30, 2007

Manhã

Os sons pareciam cada vez mais frequentes.
Despertar com um beijo suave foi um impulso natural e irreflectido.
A noite tinha sido calma e o alvorecer não era diferente.
Os pássaros festejavam de forma extravagante.
Ao subir para o convés, o azul claro e salgado confundia-se com a luz branca e ofuscante vinda dos milhões de grãos.
"Vem cá ver!"
A água morna e salgada reflectia os rostos jovens.
Molham-se os pés num novo salto para terra:
"Como é que nunca descobrimos este sítio?"

Sem comentários: